sexta-feira, 25 de março de 2011

    A arte se manifesta de várias formas possíveis e inimagináveis. Geniosidades em campos nunca dantes navegados se despontam em artes. Gênios! Por fazerem coisas excepcionalmente únicas e inatas, como que se já soubessem daquilo mesmo antes de sabê-lo. Dom! Mas, e todo o resto? Esforço, dedicação, estudo, cultura, saberes, antepassados, ícones, símbolos, referências? Será que já se nasce com isso tudo também  ?  Somos, em arte, tudo que já se foi até agora, até a última arte. Não a última produzida, mas a última vista, a última que se parou pra refletir. Isto é o que nos falta: parar pra refletir. Não só sobre aquela arte, mas, sobre a Arte: fonte e expressão cultural, indelevelmente perpétua, aglutinadora e remodeladora de pré-conceitos, preceitos e conceitos, mas, sem preconceitos.
    Por isso e por tudo é que devemos ser instigados, desde sempre, e cobrados, para sempre, a sermos arteiros e, assim, quiçá nos tornarmos artista. Faça arte.
    A arte é a fuga da realidade, para que voltemos à realidade através do sonho; ou, segundo Gandhi, “A arte da vida consiste em fazer da vida uma obra de arte”.

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